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Na Inglaterra, Embraer e Boeingvão à feira após 1º triunfo da Airbus


Após definir o modelo do acordo comercial mútuo, Embraer e Boeing participarão da Farnborough Airshow 2018, na Inglaterra, uma das maiores feiras do setor aeroespacial e de defesa do mundo, pressionadas pela primeira vitória da parceria Airbus-Bombardier no mercado mundial de aviação.

O conglomerado europeu Airbus, principal rival da Boeing, superou a concorrência da Embraer e abocanhou um contrato para fornecer 60 aeronaves, com opções para mais 60, para a JetBlue, maior cliente da Embraer nos Estados Unidos.

O anúncio se deu 10 dias após a Airbus oficializar os aviões da canadense Bombardier, maior concorrente da Embraer, como parte do seu próprio portfólio.

Há um ano, a Airbus comprou participação majoritária no programa de jatos da fabricante canadense, os CSeries, o que acabou levando Boeing e Embraer a se juntarem na aviação comercial.

FROTA.

Em 2004, a JetBlue comprou 100 jatos Embraer 190. Parte dessa frota será substituída pelos A220-300 da Airbus, como foram rebatizados os CS300 da Bombardier. A troca começará a partir de 2020.

A Embraer, que disputava o novo contrato com a JetBlue, não comentou.

Em abril deste ano, quando perguntado sobre a campanha da JetBlue, o presidente e CEO da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva, chegou a mostrar otimismo com o negócio: "A campanha da JetBlue está indo bem. O E-190 é um sucesso para a empresa, principalmente a partir de Boston. O E-195 E2 é maior e tem 32 assentos mais do que o E-190 e com custo operacional eficiente. Estamos otimistas".

Mas a entrada da Airbus no programa de jatos da Bombardier mudou o panorama do negócio e mostrou que a briga será acirrada no mercado internacional daqui para frente.

CONCORRÊNCIA.

O presidente da Embraer admitiu a nova conjuntura da concorrência internacional para justificar o acordo com a Boeing: "O cenário externo está mudando rapidamente. A concorrência ficou mais acirrada e novos competidores estão entrando na briga".

Para o professor e consultor Ciro Bondesan, nono engenheiro da Embraer e com 53 anos de experiência no setor aeronáutico, a união entre Embraer e Boeing era a única saída para as duas empresas.

"Para enfrentar a Airbus com a Bombardier, a Boeing viu na Embraer o parceiro ideal para não perder mercado", afirmou.

Segundo ele, a Boeing procuraria outro parceiro internacional caso a Embraer rejeitasse o negócio com os americanos. "Se a fabricante brasileira não entrasse, os americanos procurariam outros parceiros, como Japão, China e Rússia, cujos aviões estão chegando ao mercado. O acordo é a sobrevivência da Embraer no mercado global".

Contrários ao acordo com a Boeing, sindicatos se reunirão com Embraer

Dirigentes dos três sindicatos que representam os metalúrgicos da Embraer irão se reunir com o presidente da empresa, Paulo Cesar de Souza e Silva, nesta sexta-feira, para discutir o acordo com a Boeing e as consequências para os trabalhadores. A reunião será no escritório da Embraer em São Paulo e atende pedido dos sindicatos de São José dos Campos, Botucatu e Araraquara.

"É muito delicada a situação dos trabalhadores. Vamos ouvir o que a direção da empresa tem a nos dizer sobre venda e expor a nossa posição e as preocupações", disse Herbert Claros, diretor do sindicato de São José.

Em 1º de agosto, após pressão do deputado federal Flavinho (PSC), de São José, a Câmara dos Deputados terá uma Comissão Geral (audiência no plenário) para debater o acordo entre Embraer e Boeing.

 

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