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Preço da cesta básica cai pelo segundo mês consecutivo no Vale do Paraíba


O valor da cesta básica no Vale do Paraíba teve queda em março pelo segundo mês consecutivo no Vale do Paraíba. O levantamento foi divulgado neste domingo (15) pelo Núcleo de Pesquisas Econômico Sociais (Nupes) da Universidade de Taubaté e apontou uma redução de 0,34% no custo da cesta em relação a fevereiro.

De acordo com o Nupes, o preço médio da cesta em março foi de R$ 1.520,37, enquanto que em fevereiro era de R$ 1.525,65. A inflação oficial em março, medida pelo IPCA, ficou em 0,09%.

A pesquisa leva em conta valores de produtos pesquisados em supermercados de São José dos Campos, Taubaté, Caçapava e Campos do Jordão. A cesta mais cara foi registrada em São José, que teve custo médio de R$ 1.548,89. Na outra ponta, a mais barata foi encontrada em Caçapava, ao custo médio de R$ 1.501,26.

Segundo Dráuzio Antônio Rezende, economista do Nupes, essa queda não deve se manter nos próximos meses. "A previsão é que não se mantenha por conta da estação mais fria, que afeta a agricultura e reduz a produção. Com a redução da oferta, a tendência é que os preços aumentem", disse.

 

Variação

 

Em março, os produtos que apresentaram a maior redução foram a batata, que teve queda de 15,4%; o alface, que ficou 12% mais barato e cenoura, com uma redução de 11,4%.

De acordo com o Nupes, a queda no preço da batata e da carne está relacionado ao aumento da oferta desses produtos - a batata teve uma boa colheita, sobretudo em Minas Gerais; e a cenoura teve a produtividade aumentada no sul.

Os produtos que tiveram os maiores aumentos de preços foram o leite de caixa, com elevação de 10,32%; os ovos, com aumento de 9,37%; e feijão, cujo preço subiu 6,23%.

O aumento no valor do leite está atrelado ao aumento do preço do milho, que elevou os custos da ração para as vacas. Os ovos estariam mais caros por conta da maior procura desse alimento na quaresma, período em que muitas pessoas restrigem o consumo de carne e a substituem pelo ovo. No caso do feijão, a alta no preço está relacionada às chuvas, que teriam impactado a colheita.

A alternativa, segundo Dráuzio, é substituir os alimentos que aumentaram de preço por outros que estão com os valores estabilizados. Caso isso não seja possível, por necessidade ou gosto pessoal, a orientação é pesquisar. "O ideal é sempre fazer uma comparação de preços", falou.

 

G1 - Vale do Paraíba



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