Verão aumenta preocupação com crianças perdidas nas praias do litoral norte


O aumento do movimento nas praias do litoral norte de São Paulo amplia a preocupação dos pais com as crianças. Na última temporada, segundo os bombeiros, quase 150 ocorrências de crianças perdidas foram contabilizadas - após o susto, todas foram encontradas e entregues aos familiares.

Ubatuba foi a cidade que mais registrou ocorrências envolvendo os pequenos no ano passado, sendo quase 100. O problema no entanto, é comum nas praias cheias.

Manter as crianças menores de sete anos ao alcance das mãos e, acima desta faixa etária no campo de visão é a solução para evitar o problema, segundo o tenente Ricardo Fernandes de Barros Junior, que atua no Corpo de Bombeiros no litoral.

Manter crianças maiores de sete anos sob o campo de visão e as menores de sete sob o alcance das mãos são dicas do Corpo de Bombeiros para este verão (Foto: Vinícius Nadena/ Arquivo Pessoal)Manter crianças maiores de sete anos sob o campo de visão e as menores de sete sob o alcance das mãos são dicas do Corpo de Bombeiros para este verão (Foto: Vinícius Nadena/ Arquivo Pessoal)

Manter crianças maiores de sete anos sob o campo de visão e as menores de sete sob o alcance das mãos são dicas do Corpo de Bombeiros para este verão (Foto: Vinícius Nadena/ Arquivo Pessoal)

“As praias do litoral paulista têm um índice elevado de crianças perdidas, principalmente nessa época do ano, em que o grande movimento na areia diminui o campo de visão dos pais. As crianças não dimensionam a quantidade de pessoas e acabam confundindo até o local onde os pais estão”, explicou o tenente.

Em caso de perda, os pais e as crianças devem procurar os guarda-vidas. “As características das crianças devem ser informadas aos socorristas, pois eles se comunicam via rádio e enquanto a criança aborda um guarda-vidas, os pais abordam outro, e as chances de as informações baterem são grandes”, disse.

Para evitar o desaparecimento de crianças, a corporação recomenda ainda que os pais criempontos de referência fixos, como os prédios, para que seja um ponto de encontro em caso de problemas.

Aém disso é recomendada a colocação da pulseira de identificação nos pequenos para ajudar na identificação dos perdidos. “Existe também outra tática de colocar a criança perdida nos ombros e bater palma. Isso aconteceu pela primeira vez no Brasil no Guarujá, quando um homem perdeu sua filha. Ela foi colocada no ombro e começaram a gritar o nome dela, e deu certo de encontrar”, concluiu.

 

G1 Vale do Paraíba




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